A Herdeira!

29 de mai de 2015
Oi meu povo,
Como vocês estão? Eu estou congelando mesmo. "Nossa Amanda, resenha de novo?", GENTE, ME PERDOE, mas é que nessa última semana eu meio que li três livros seguidos um do outro e são tão bons, não poderiam ficar sem resenha. A Herdeira é o último que eu li (e terminei, porque atualmente já estou lendo Simplesmente Acontece, não, eu não paro de ler) e só tenho uma palavra para descrevê-lo: Incrível.

Eu confesso que estava bem ansiosa para o livro, afinal, a Kiera foi boazinha em lançar mais um livro mesmo depois de ter dito que A Escolha seria o último, e agora a saga não é mais uma trilogia. Se você não conhece “A Seleção”, confere aqui, já falei sobre ele, e se você está afim de saber mais um pouquinho sobre A Herdeira, fica aqui comigo e confere a sinopse:

Descubra o que vem depois do “felizes para sempre”. Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, filha do casal. Prestes a conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, ela não tem esperanças de viver um conto de fadas como o de seus pais… Mas assim que a competição começa, ela percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto parecia.

Bom, o que acontece é que se passaram vinte anos desde a seleção da America e agora, casada com o Maxon e com vinte filhos, brincadeira, são só 4, é a vez da Eadlyn que tecnicamente é a primogênita por alguns minutos de diferença, já que ela tem um irmão gêmeo, Ahren. Se você conhece a seleção, pegue a America e multiplique por 10x, é o tamanho da teimosia da Eadlyn, tanta coisa para se puxar da mãe e ela puxou justo a teimosia. Mesmo depois do fim das castas, alguns levantes em várias regiões de Ilea ainda acontecem, e um meio encontrado pelo rei Maxon de acalmar os ânimos seria uma nova seleção, dessa vez com trinta e cinco rapazes. Mas como descendente de America Singer, é claro que a querida Eady negou até o último momento que pode, afinal nenhuma mulher gostaria de ter trinta e cinco homens brigando pelo seu amor, claro.
Eu pensei que não gostaria do livro por ter lido os três primeiros capítulos antes do lançamento oficial, achei a Eadlyn bem enjoadinha, impertinente e prepotente, afinal, uma vez America, sempre America e eu achava que não seria possível existir alguém melhor que ela, e realmente, continuo achando isso, mas não odeio mais tanto a Eadlyn, só um pouquinho. A história toda é voltada para essa resistência da Eadlyn em encontrar seu amor verdadeiro ou pelo menos tentar viver um romance parecido com o de seus pais, que é o que Ahren está fazendo, acho que muitas pessoas não devem conhecer a Camille, mas enfim, ela tá no livro e é a alma gêmea de Ahren.
A principio o plano de Eadlyn era tocar o terror nos participantes até todos desistirem dentro de três meses, que foi o prazo máximo que ela exigiu da duração da seleção e  finalmente seria rainha sozinha como sempre sonhou, mas o que ela não esperava era que fosse começar a se afeiçoar pelos participantes, e ta ai, a seleção muda totalmente os conceitos de Eadlyn e ela não gosta, afinal, ela acredita que amor é sinônimo de vulnerabilidade e como será rainha tem que ser destemida e blá blá blá, no love, mas como querer não é poder, ela se apaixona, mas por quem? Não sabemos, isso fica pro ano que vem.

Beijos da Mands

P.S: Esse é o lugar que deixo para dar spoilers em forma de aviso.
P.S*: Team Kile Woordwork (reconheceu o sobrenome? Sim, ele é filho da Marlee com o soldado Woodwork.
P.S*: Sou a única que não quer a Eadlyn com o Erick?
P.S*: Se America era indecisa por ter que escolher entre 2, imagine Eadlyn que está entre 6. 

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