Inspiração

23 de jun de 2015
Olá meus amores,
Sumi, eu sei, mas como a Lua já explicou foi por uma boa causa. A faculdade esteve bem puxada na semana passada e agora, tecnicamente de férias, podemos voltar com tudo no blog. 
Bom, tem muita gente que me pergunta por que eu escolhi o jornalismo ou quem eu tenho como inspiração. 
Bem, o porque de eu ter escolhido o jornalismo é que eu sempre gostei deste universo. Ler, escrever, assistir filmes e séries sempre foi um hobbie, saber tudo o que está acontecendo no mundo, imagine fazer tudo isso para comentar sobre, é o paraíso.
Eu tenho algumas inspirações, mas hoje, como base para minhas postagens de textos, a maneira de tratar um assunto em vídeo, me inspiro na Isabela Freitas e na Kéfera. Ok, você provavelmente estava esperando grandes nomes renomados do jornalismo, mas quem disse que as duas não sejam? Gosto da abordagem que elas dão para a maioria dos assuntos e portanto, tento me espelhar no trabalho delas. Se você não conhece nem a Bebela e nem a Keh, dá uma olhadinha aqui:

1) Isabela Freitas

Bem, a Isabela tem o blog e o vlog. Então vou colocar aqui pra vocês o meu texto favorito dela e um vídeo do vlog.

"Ele me disse que gostava de caveiras. Caveiras? Quem gosta de caveiras? Caveiras tem um significado maior, você sabe né. O estranho disse ao pé do meu ouvido. Me arrepiei. Por que eu estava tendo calafrios com um estranho? Ele continuou. Pele e osso. Somos todos iguais. Caveiras, é por isso que gosto delas. E ao terminar de dizer essa frase me lançou um sorriso infantil. Olhei novamente para aqueles olhos escuros e o analisei. Definitivamente, ele tinha algo de diferente. Eu só não sabia dizer o quê.
Eu estava acabada. Literalmente. Os saltos nas mãos, sentada em um banco sujo da praça mais movimentada da minha cidade. O namoro que estava de mal a pior, agora possuía um novo status: inexistente. Pé na bunda. Preto no branco. Foi isso o que aconteceu comigo. E por mais que eu saiba que meu relacionamento me trazia mais coisas ruins do que boas, eu estava triste. Estava triste pra caralho. Porque lá se foi mais um ano da minha vida  desperdiçado em cima de pessoas vazias. O problema era comigo. Definitivamente. Alguma coisa de muito errado eu estava fazendo, tenho certeza disso. Será que dou espaço demais? Deveria ser mais ciumenta? Ou é o meu jeito espontâneo de sempre falar o que se passa na minha cabeça? Devem ser as roupas espalhadas no chão do quarto. Minha mãe sempre me disse que minha bagunça poderia ser irritante.
Fato é que lá estava eu, as 11 horas da noite, com a maquiagem um pouco borrada de chorar, e os olhos vazios contemplando o nada. Estava calculando quantos passos eu teria que dar até o quarteirão do meu apartamento sem ser vista por nenhum conhecido, quando esse estranho sentou do meu lado. Assim, do nada. De início ficamos em silêncio. Como dois conhecidos de muitos anos fariam ao se encontrar. Dizem que o silêncio é a maior prova de intimidade que você pode ter com uma pessoa. 
- Você sabe que está com uma folha de árvore no cabelo, né? – ele interrompe o silêncio sepulcral. 
Levo um susto com a voz grossa do meu lado. 
- Sei. É que não tenho forças para tirá-la. – me limito a dizer, seca.
- Hm. Eu tiro para você. – ele se inclina para cima de mim, e retira cuidadosamente a folha emaranhada nos meus cabelos. 
- Obrigada. Agora me sinto bem melhor. 
Continuamos em silêncio.
Depois de longos minutos ele quebra o gelo novamente.
- Sabe, eu poderia te levar num lugar legal. Sua noite não precisa terminar assim. 
Reviro meus olhos na direção dele, por que? Por que não posso sofrer sozinha? Por que esse estranho estava se importando comigo? Ele sorriu. Argh. Algo no sorriso dele me arrepiou todinha. Sinceridade. Verdade. Transparência… Qualidades há muito extintas. Raras.
Coloco os saltos de volta, limpo os olhos, ajeito o cabelo, e me viro para ele.
- Me surpreenda. Você tem até de manhã.
Ele não precisou de muito tempo para me surpreender, você sabe.
Na verdade bastaram 5 minutos ao lado dele, e eu já sabia. Eu senti. A minha vontade era de dizer,ei, de onde você saiu? De que filme? Trouxe o final feliz junto? Mas tudo o que saía da minha boca eram sorrisos verdadeiros. Gargalhadas de fazer a barriga doer. Parecia que estava vivendo pela primeira vez. Se só vivemos nossa vida plenamente em momentos de felicidade, então esta era eu, vivendo sua primeira noite. Uma recém nascida. Tudo que ele fazia parecer causar um efeito em mim. Desde me contar sobre o seu primeiro tombo de bicliceta, até se emocionar ao lembrar do pai. Eu só queria abraçá-lo bem forte e não soltar nunca mais. Nunquinha. 
Era como se nos pertencessemos. Como se ele sempre soubesse que era pra ser, e estivesse aguardando o momento certo para aparecer na minha vida. Ah, não, não. Não erámos parecidos. Não gostávamos das mesmas coisas, ou tínhamos a mesma banda preferida. Ali existia outra coisa, algo diferente. Era amor antes de ser. Admiração sem conhecer. Paixão sem querer. Ele sabia exatamente onde tocar, para onde olhar, como sorrir. O perfume dele era doce na medida certa, e o jeitão despreocupado como se não tivesse que trabalhar amanhã o tornava ainda mais interessante. Me contou sobre a ex namorada, dos problemas no trabalho, e de como gosta de dormir com uma luz acesa quando assiste filmes de terror antes de dormir. Contei sobre o pé na bunda que levei, e ele pareceu não se importar ao saber que sou um desastre ambulante. Ele achou graça. Mais um momento de silêncio. 
- Se seu ex namorado visse o que eu vejo em você… Ele não te deixaria nunca. – disse olhando nos meus olhos.
E foi aí que eu soube. Soube que sentimentos grandes podem surgir das horas mais inexplicáveis e bizarras possíveis. Tive a comprovação de que você não precisa de anos ao lado de alguém para ter a certeza de que você quer passar o resto dos seus dias ao lado dela. Você não precisa saber nem o seu nome do meio. Você apenas sabe. Você sabe que poderiam ser felizes juntos. Consegue vislumbar todos os dias em seguida acordando ao lado dessa pessoa. Consegue se imaginar fazendo coisas rotineiras com um sorriso no rosto. Porque ela não só traz o melhor que você pode ser, mas te dá vontade de viver. Até o último minuto do seu dia. Intensamente.
7 horas da manhã. Ele me deixa na porta do meu apartamento, o sorriso bobo no rosto dos dois. Nos olhamos pela última vez, com medo de que nada disso fosse realidade. Entro na portinha de vidro, e me viro para olhar mais uma vez para aqueles olhos castanhos. Ele também se vira. Sorri. Me viro para subir as escadas. Olho mais uma vez. Ele ainda estava lá. Então eu subo as escadas. E torço para que isso não tenha sido um sonho muito bom. Por favor, eu não quero acordar…" - Isabela Freitas
Eu sou trouxa!


2) Kéfera Buchmann

Eu conheci a Kéfera bem no começo da carreira dela como Youtuber, sabe o vídeo da Vuvuzela? Então, estou desde esssa época, ou seja, literalmente o início. Conheci o 5inco minutos por acaso, mas obrigada Youtube, você me deu uma inspiração! Como a Kéfera faz vídeos, eu vou colocar os meus dois favoritos, porque sim! 


Indiretas 


Ciúmes Doentio

Assim como eu, a Lua também tem seus motivos para ter escolhido a profissão e também tem suas inspirações: 

Bom, decidi ser jornalista porque percebi que gostava muito de ler, escrever e fiz muitos testes vocacionais e sempre dava para jornalismo, ai resolvi pesquisar sobre a profissão e não conseguia parar de me imaginar sendo uma jornalista, acho que desde sempre tive certeza do que queria e sempre lutei pra conseguir. Minhas inspirações são: a Tatiane Feltrin e Jout Jout.

1) Tatiane Feltrin 

É uma blogueira, ela também possui blog e vlog também! Confere ai: 
O último post feito: Diário de leitura; e um dos vídeos mais legais:

                                       
Sua vida em livros


2) Jout Jout 

Bem, a Jout Jout também é uma Youtuber, e no seu canal ela procura falar a sua opinião sobre alguns temas e assuntos de maneira diferente, ela tem um estilo meio standup comedy e isso acaba tornando os assuntos muito mais engraçados de se conversar. 



Não tira o batom vermelho!

Jout Jout eterna!

Bem pessoal, é isso ai, espero que vocês gostem de nossas inspirações e que muitos possam ver no jornalismo um futuro também, beijinhos da Mands



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