Stranger Things | Crítica

26 de jul de 2016

Oi gente, 
Passamos por um período com muitos compromissos pessoais, mas estamos aqui de novo com vocês. E hoje eu aproveitei pra contar sobre essa série que é sensacional, assustadora e que vai te deixar com medo de luzes de Natal por muito tempo. Lembrando que pode ser que contenha alguns spoilers, mas já tô avisando hein?!
Stranger Things é uma das melhores séries que acompanhei desde quando entrei nesse universo de devorar temporadas e maratonas. Ela possui 8 episódios e todos com cerca de 50 minutos, ou seja, dá pra ver tudo em um dia se você estiver de boas em casa. A série se passa na cidade de Hawkins, no ano de 1983. 



O foco está no grupo de amigos: Mike, Dustin, Lucas e Will Bayers (o desaparecido). As coisas ficam sinistras logo no primeiro episódio quando, voltando para casa, Will se depara com um ser estranho pra caramba e depois disso desaparece. Começa, então, uma busca ao garoto que sumiu sem deixar qualquer pista. É aí que nos é apresentado uma das melhores personagens da série (senão a melhor), Eleven, ou El para os mais chegados (desculpa gente, Eleven é bonitinho, Onze é estranho demais). 


Enquanto os meninos faziam sua busca particular escondidos da polícia, eles encontram a Eleven (a garota que é amiga e que é doida) que tem respostas do paradeiro de Will, mas uma imensidão de segredos. Ela possui poderes telecinéticos.  

A série te instiga a solucionar o caso e as respostas não são tão claras, não. Tirando as inúmeras referências que a série de apresenta todas famosas nos anos 80 como Star Wars. Apesar dos sustos que tomei (porque sim, você toma uns sustos com aquele monstro maldito), a vontade de ver o próximo episódio era cada vez maior, o contexto te prende e te faz torcer pra no final tudo dar certo. Os atores são sensacionais, desde as crianças que fizeram uma interpretação incrível, como os adultos, vamos dar uma salve de palmas para Winona Ryder que está em segundo lugar na minha lista de personagens fodas com Joyce Bayers, a incansável mãe que não desiste de achar seu filho. 

Voltando a história...existe uma empresa laboratorial (que no caso é o governo com seus experimentos loucos) que faz umas pequisas cabulosas em torno da Eleven e seus poderes, testam até onde ela consegue chegar. Brenner (um cara mal que desejei a morte desde quando o conheci) percebe a capacidade da garotinha. Em um dos experimentos, Eleven consegue contatar seres do passado e de outro mundo, o Universo Invertido, um mundo sem qualquer tipo de felicidade, só coisas ruins, onde está o monstro. O contato com a coisa, faz com que Eleven abra um portal entre o nosso mundo e o Universo Invertido. O fato acaba deixando tudo fora do controle do governo e de Brenner e a coisa acaba passando de um universo para o outro. E uma série de desaparecimentos começam a acontecer em Hawkins. É aí que entra Joyce Bayers, o delegado extremamente foda Hopper, os amigos de Will e Eleven. 

O governo tenta esconder o desaparecimento de Will, mas Joyce não permite e continua sua busca pelo filho descobrindo que consegue contatá-lo através da luz que fica oscilante na aproximação do Universo Invertido. 



O final dessa trama eu deixo para vocês assistirem e se deliciarem desse terror tão misterioso e incrível. 

Beijos da Mands, 


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